{"id":185304,"date":"2010-01-15T19:55:33","date_gmt":"2010-01-16T00:55:33","guid":{"rendered":"http:\/\/www.skyscrapercity.com\/showthread.php?t=1046095"},"modified":"2010-01-15T19:55:33","modified_gmt":"2010-01-16T00:55:33","slug":"hotel-no-palacio-da-batalha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mereja.media\/index\/185304","title":{"rendered":"Hotel no Pal\u00e1cio da Batalha"},"content":{"rendered":"<div><b><font size=\"5\">Hotel no Pal\u00e1cio da Batalha<\/font><\/b> <\/p>\n<p>Im\u00f3vel, com 4500 metros quadrados, foi comprado por uma empresa de Coimbra<\/p>\n<p>O Pal\u00e1cio da Batalha, no Porto, foi comprado por uma empresa de Coimbra e vai ser transformado num hotel de quatro estrelas. O Pedido de Informa\u00e7\u00e3o Pr\u00e9via foi aprovado e o projecto de licenciamento dever\u00e1 ser apresentado durante o pr\u00f3ximo m\u00eas. <\/p>\n<p>O im\u00f3vel foi comprado \u00e0 Portugal Telecom pela Hot\u00e9is Dona In\u00eas, mas ter\u00e1 surgido um diferendo com os herdeiros relativamente ao uso que iria ser dado ao pal\u00e1cio, alugado pelo Estado para nele ser instalado a Esta\u00e7\u00e3o de Correios, Tel\u00e9grafos e Telefones, o que fez com que o processo se arrastasse no tempo.<\/p>\n<p>Ultrapassada a diverg\u00eancia, a Hot\u00e9is Dona In\u00eas apresentou \u00e0 C\u00e2mara do Porto um Pedido de Informa\u00e7\u00e3o Pr\u00e9via (PIP), que foi aprovado em Fevereiro do ano passado. O Pal\u00e1cio da Batalha \u00e9 considerado um im\u00f3vel de interesse patrimonial e o PIP teve de ser igualmente aprovado pelo Igespar &#8211; Instituto de Gest\u00e3o do Patrim\u00f3nio Arquitect\u00f3nico e Arqueol\u00f3gico.<\/p>\n<p>Mais de 4500 metros quadrados<\/p>\n<p>O im\u00f3vel, que estava na posse do Estado e era propriedade da Portugal Telecom, foi posto \u00e0 venda em 2007. Tem mais de 4500 metros quadrados e cinco pisos. O hotel da cadeia Dona In\u00eas junta&#8211;se a outros que est\u00e3o a nascer na Baixa do Porto.<\/p>\n<p>O Pal\u00e1cio da Batalha \u00e9 um edif\u00edcio com uma hist\u00f3ria rica. Foi mandado construir por Jos\u00e9 Anast\u00e1cio de Silva da Fonseca, um fidalgo cavaleiro da Casa Real, nos finais do s\u00e9culo XVIII. Durante o Cerco do Porto (1832), os propriet\u00e1rios, simpatizantes de D. Miguel, abandonaram o palacete, refugiando-se na Quinta da Aveleda. <\/p>\n<p>O governo liberal de ent\u00e3o instalou no pal\u00e1cio diversas reparti\u00e7\u00f5es p\u00fablicas, tendo servido tamb\u00e9m como hospital de sangue durante a guerra civil. Foi ali que Bernardo de S\u00e1 Nogueira &#8211; o marqu\u00eas de S\u00e1 da Bandeira &#8211; entrou gravemente ferido no bra\u00e7o direito. Um ferimento resultante do combate travado no lugar da Bandeira, em Gaia. No hospital amputaram-lhe o bra\u00e7o, que foi enterrado no jardim (mais tarde destru\u00eddo) nas traseiras da casa.<\/p>\n<p>Em 1842, foi restitu\u00eddo aos donos e, em 1861, quando a C\u00e2mara mandou terraplenar o Largo da Batalha para ser erguido o monumento a D. Pedro V, o pal\u00e1cio ficou cerca de um metro mais alto que o pavimento da pra\u00e7a. A C\u00e2mara deu ao propriet\u00e1rio 800 mil r\u00e9is de indemniza\u00e7\u00e3o, dinheiro usado para rebaixar o pavimento do pal\u00e1cio<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hotel no Pal\u00e1cio da Batalha Im\u00f3vel, com 4500 metros quadrados, foi comprado por uma empresa de Coimbra O Pal\u00e1cio da Batalha, no Porto, foi comprado por uma empresa de Coimbra e vai ser transformado num hotel de quatro estrelas. 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