Nova cidade satélite de Luanda cresce em ritmo muito acelerado:banana::cheers::cheers::cheers:
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[Luanda: cidades satélite] No Camama II, as obras estão a cargo do Gabinete de Reconstrução Nacional (GRN) e comporta edifícios de dez a 12 pisos para habitação, numa área em que a população já está enquadrada. A vila está a ser construída para acomodar parte da população luandense. No Kilamba Kiaxi, a construção dos lotes está avançada. A área está loteada, com infra-estruturas como valas de drenagem, electricidade, abastecimento de água, esgotos, ruas, passeios, zonas verdes, bombas de combustível e espaço para hotéis, escolas e hospitais. No local vão surgir edifícios de habitação e comerciais, definidos para 170 mil habitantes, numa primeira fase. A segunda etapa do projecto está a ser dimensionada. Na localidade do Zango III, também estão a ser erguidas infra-estruturas como rede viária, água e electricidade, iluminação pública e domiciliar, esgotos e passeios para duas mil casas. Parte do projecto é do Ministério do Urbanismo e Habitação e outra está enquadrada no programa de autoconstrução dirigida. Os primeiros 500 lotes já estão definidos, com as bases, nalguns casos, já implantadas, e noutros as residências já começaram a ser erguidas. As equipas técnicas estão no local para acompanhar o desenvolvimento das obras. As primeiras casas devem ser entregues até finais de Julho. Os primeiros lotes são para as populações sinistradas pelas chuvas, incêndios da Ilha de Luanda e de localidades. O vice-governador de Luanda para a área técnica, António Bento Soito, que acompanhou a delegação, disse que o programa está a ser executado de forma gradual e não há perigo de ocupação da reserva fundiária, porque a população está sensibilizada para não ocupar as áreas. É uma carteira de acções que o Governo Central e de Luanda está a executar no âmbito do Programa Nacional de Urbanismo e Habitação Social, disse Bento Soito. O vice- ministro de Urbanismo e Habitação, António Teixeira Flor, elogiou o empenho dos envolvidos no processo e realçou a necessidade de mais técnicos com capacidade de gestão. Fonte : Jornal de Angola / SAPO |