
A partir deste ano, os carros da Copa Caixa Stock Car serão equipados com injeção eletrônica Bosch, substituindo a configuração dos veículos que competiam até o ano passado, cujo motor era carburado. A mudança faz parte do novo conceito do motor da competição, que agora também passa a ser abastecido com etanol. A tecnologia da injeção eletrônica traz à categoria maior competitividade, pela melhora no desempenho do motor, entre outros benefícios, sem contar com as vantagens ambientais, já que o sistema contribui para redução da emissão de gases poluentes.
A tecnologia da injeção eletrônica já equipa os carros brasileiros há mais de 20 anos. Este sistema, que revolucionou a indústria automobilística, deixou para trás o antigo carburador e foi um grande passo para a redução da emissão de poluentes; os veículos equipados com injeção eletrônica emitem até dez vezes menos gases tóxicos que os antigos carros carburados. Além disso, a aplicação da injeção eletrônica trouxe maior eficiência e durabilidade aos motores.
O primeiro modelo de injeção eletrônica mundial, o D-Jetronic, foi criado pela Bosch, na Alemanha, em 1967. Esta foi a primeira vez que um sistema produzido em série conseguiu dosar com precisão a quantidade de ar e combustível permitindo uma combustão mais completa no motor, reduzindo as emissões de poluentes e melhorando o consumo de combustível, o que foi uma grande inovação praticamente impossível de ser alcançada com os carburadores.
O primeiro sistema de injeção eletrônica genuinamente brasileiro surgiu em 1988, desenvolvido pela Bosch. Chamado de LE Jetronic, foi instalado no Gol GTi 2.0, um automóvel compacto e com potência de 112 cavalos. Eleito o carro de passeio mais veloz do país na época, este modelo de Gol alcançava velocidade máxima de 185 km/h.
Fonte: Bosch