Author: Mikou

  • The Algerian Diaspora

    Selon les statistiques onusiennes : « entre 5 à 7 millions » de personnes vivent loin de leur pays


    Une étude sur le nombre de ressortissants algériens établis à l’étranger est en cours, a indiqué jeudi le secrétaire général du ministère de la Solidarité nationale, de la Famille et de la Communauté nationale à l’étranger, Abdellah Bouchenak Khelladi.

    « Cette étude, qui est en cours de réalisation, en collaboration avec le réseau associatif algérien à l’étranger et les secteurs concernés, a pour but de recenser le maximum de nos ressortissants afin de pouvoir agir en matière de prise en charge », a précisé M. Bouchenak lors d’une rencontre, à l’occasion de la célébration de la Journée internationale des migrants. Evoquant le nombre de ressortissants algériens à l’étranger, le même responsable a indiqué qu’il est estimé « entre 5 à 7 millions » de personnes, alors que le nombre de ressortissants algériens enregistrés au niveau des ambassades s’élève à « plus de 1,6 million de ressortissants », a-t-il dit. Par ailleurs, le secrétaire général du ministère de la Solidarité nationale a relevé que, selon les estimations des Nations unies, quelque 214 millions de personnes résident en dehors de leur pays de naissance ou de nationalité en 2010.

    S’agissant de la Convention internationale sur la protection des droits des travailleurs migrants et des membres de leurs familles, il a noté que jusqu’en 2009, seuls 42 Etats ont ratifié cette convention, dont l’Algérie en 2005, tandis que 15 autres Etats l’on signée. Quelque 200 millions de personnes à travers le monde vivent loin de leur pays, selon des statistiques de l’Organisation des Nations unies, rendues publiques hier à l’occasion de la Journée internationale des migrants, célébrée le 18 décembre. « La question de la migration touche chaque pays, qui peut être une terre d’origine, de transit ou de destination, ou encore les trois à la fois », a indiqué le secrétaire général de l’ONU, M. Ban Ki-moon, affirmant qu’en 2009, « quelque 200 millions de personnes, soit 3% de la population mondiale, vivent hors du pays où elles sont nées ».

    M. Ban Ki-moon s’exprimait dans un message transmis à la presse, à Dakar, par le Centre d’information de l’ONU (CINU) pour le Cap-Vert, la Côte d’Ivoire, la Gambie, la Guinée, la Guinée-Bissau, la Mauritanie et le Sénégal. Après avoir souligné que beaucoup de migrants « font face à la discrimination, à l’exploitation et aux mauvais traitements », M. Ban Ki-moon a assuré, dans son message, que « la migration peut être une bonne chose pour les migrants eux-mêmes, qui ont ainsi la possibilité de réaliser leur potentiel, de même que pour les sociétés dont ils sont originaires et celles qui les accueillent ». Par ailleurs, même si de nombreux pays ont imposé des restrictions plus sévères à l’immigration, et adopté des mesures plus fermes pour lutter contre les migrations clandestines, M. Ban Ki-moon a averti que « ces mesures peuvent renforcer le risque d’exploitation et de mauvais traitements ».

    El Watan

  • Increíble ARGELIA !

    La República Argelina Democrática y Popular o Argelia, es un país del norte de África perteneciente al Magreb. Siendo el segundo país en superficie de África, limita con el Mar Mediterráneo al norte, Túnez al noreste, Libia al este, Níger al sudeste, Malí y Mauritania al suroeste, y Marruecos y el Sáhara Occidental al oeste.

    Constitucionalmente se define como país árabe, bereber (amazigh) y musulmán. Es miembro de la Unión Africana y de la Liga Árabe desde prácticamente su independencia, y contribuyó a la creación de la Unión del Magreb Árabe (UMA) en 1988.

    El continente africano, la cuenca del Mediterráneo, así como Europa y Oriente han sido elementos indispensables para el devenir y enriquecimiento histórico de Argelia. Además, en el extremo sur del país se puede visitar el museo natural más grande del mundo, en el que hay pruebas suficientes para atestiguar la extraordinaria riqueza de la historia del país.

    Wikipedia.es

    ARGEL

  • Incredible Algiers/Argel l ALGERIA

    Argel (em Francês: Alger, em Árabe: الجزائر, transliteração: al-Jezair, tradução: "As Ilhas"), é a capital e maior cidade da Argélia. Apelidada de Alger la Blanche ("Argel a Branca") pela admirável aparência do branco resplandecente dos edifícios que sobem a encosta, vistos do mar.

    Foi fundada pelos fenícios no século IV a.C. e, sob domínio romano, a pequena cidade de Icosium situava-se onde hoje se encontra o bairro marítimo de Argel, tendo-lhe sido concedido o estatuto de cidade Latina pelo imperador Vespasiano. A rue de la Marine segue o alinhamento de uma rua romana. Existiam cemitérios romanos perto de Bab-el-Oued e Bab Azoun. Os bispos de Icosium são mencionados até ao século V.

    A cidade actual foi fundada em 944 por Buluggin ibn Ziri, o fundador da dinastia Zirid-Senhaja, que foi destronada por Rogério II da Sicília em 1148. Antes dessa data, já haviam perdido Argel, que em 1159 seria ocupada pelos Almoadas, tendo sido dominada pelos sultões Abd-el-Wadid de Tlemcen a partir do século 13.

    Nominalmente parte do sultanato de Tlemcen, Argel gozava de considerável autonomia, sob os seus próprios emires, sendo Oran o principal porto dos Abd-el-Wahid. A ilhota em frente do porto de Argel, posteriormente conhecido como Penon, foi ocupada pelos Espanhóis em 1302. A partir daí, cresceram as trocas comerciais entre Argel e a Espanha.

    Argel continou a ser uma cidade relativamente pouco importante até à expulsão dos Mouros de Espanha, quando muitos deles procuraram asilo na cidade. Em 1510, depois de ocuparem Oran e outras cidades da costa de África, os Espanhóis fortificaram o Penon. Em 1516, o emir de Argel, Selim b. Teumi, convidou os irmãos Arouj e Khair-ad-Din (Barbarossa) para expulsar os Espanhóis. Arouj veio para Argel, conseguiu fazer assassinar Selim, e apoderou-se da cidade. Khair-ad-Din, sucedendo a Arouj, expulsou os Espanhóis do Penon (1550) e foi o fundador do pashalik, depois deylik, de Argel.

    A cidade foi conquistada pelos turcos e tornou-se parte do Império Otomano. O governador da cidade era virtualmente independente de Constantinopla, tendo Argel tornado-se o principal centro dos corsários da Barbárie. Em Outubro de 1541, o imperador Carlos V tentou capturar a cidade, mas uma tempestade destruíu um grande número dos seus navios, tendo os seu exército de c. 30 000 homens, na sua maioria Espanhóis, tido sido derrotado pelos Argelinos, sob o comando do seu pasha, Hassan. A partir do século 17, Argel, livre de controlo Otomano, situada na periferia entre a economia Otomana e a Europeia, e com a sua existência dependente do Mediterrâneo, cada vez mais controlado por navios europeus, apoiados pelas marinhas europeias, virou-se para a pirataria. Várias nações europeias fizeram repetidas tentativas para subjugar os piratas que perturbavam a hegemonia europeia no Mediterrâneo ocidental, e em 1816 a cidade foi bombardeada por um esquadrão britânico comandado por Lord Exmouth, auxiliado por vasos de guerra holandeses, e a frota dos corsários foi incendiada.

    A 4 de Julho de 1830, sob o pretexto de uma afronta ao seu consul (a quem o dey tinha batido com um enxota-moscas quando tinha afirmado que o Governo Francês não estava preparado para pagar as suas substanciais dívidas a dois mercadores judeus argelinos), um exército francês comandado pelo General de Bourmont atacou a cidade, que capitulou no dia seguinte. De 1830 a 1962, a história de Argel confunde-se com a história da Argélia e as suas lutas com a França.

    Em 1962, após uma sangrenta luta pela independência, em que morreram centenas de milhares de Argelinos (um milhão, segundo a história oficial da Argélia) às mãos do exército francês e da Frente de Libertação Nacional (Front de Libération Nationale ou F.L.N.), a Argélia ganhou finalmente a sua independência, com Argel como a sua capital. Apesar de ter perdido a totalidade da sua população de origem europeia (Pied-Noir), a cidade sofreu uma grande expansão, tendo actualmente cerca de três milhões de habitantes (c. 10% da população da Argélia). Os seus subúrbios cobrem a maior parte da planície de Metidja.

    Wikipedia
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  • Monastery of Tibehirine / Medea

    Créé à la fin du XIXe siècle, le monastère Trappiste se situe près de Médéa à 90 km au sud d’Alger dans une zone montagneuse. D’abord domaine agricole puis abbaye Notre-Dame de l’Atlas. La ferme et les terres sont nationalisées en 1976, mais les moines gardent ce qu’ils peuvent cultiver[1].

    Jean-Marie Rouart décrit les lieux lors de son discours académique à l’Académie française :

    « C’était une grande bâtisse un peu austère mais chaleureuse et accueillante, construite en face d’un des plus beaux paysages du monde : les palmiers, les mandariniers, les rosiers se dessinaient devant les montagnes enneigées de l’Atlas. Des sources, une eau claire, irriguaient le potager. Il y avait aussi des oiseaux, des poules, des ânes, la vie. Des hommes avaient choisi de s’installer dans ce lieu loin de tout mais proche de l’essentiel, de la beauté, du ciel, des nuages. Ce n’étaient pas des hommes comme les autres : ils n’avaient besoin ni de confort ni de télévision. Ce qui nous est nécessaire leur était inutile, et même encombrant. »

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